CH GAIA: Filipe Valente; Marco Rodrigues, Alberto Veiga (1), Paulo Gomes (1), Paulo Azevedo (1), Edgar Silvano (2), Daniel Silva, Zé Miguel Silva (1) e Miguel Silva (cap).
Treinador: Alberto Veiga
Stª Mª FEIRA: Filipe Ribeiro e Manuel Rocha; Joel Costa, Miguel Oliveira, Miguel Milheiros, Mário Conceição (2), Bruno Sá (1), Roberto Salgado (cap) (2), Daniel Oliveira.
Treinador: José Tavares
Nesta 3.ª Jornada do grupo A, defrontaram-se as equipas de GAIA e FEIRA ainda sem derrotas neste torneio.
Duas equipas que já se conhecem de outros confrontos daí seria de esperar um bom jogo de futsal. Foi o que aconteceu, foi um jogo intenso e disputado ao mais alto nível competitivo, tal como o resultado veio demonstrar.
Ao início a FEIRA entrou melhor criando várias oportunidades de golo embora fosse a equipa de GAIA a primeira a marcar no encontro. Chegou o intervalo com um resultado de 3 – 3.
Na segunda parte o jogo subiu ainda mais de ritmo e a equipa da FEIRA em dois lances de belo efeito adiantaram-se no placard para uns 5 – 3 (de salientar o 5.º golo conseguido com uma finalização espectacular do n.º 9 Feirense). A partir daqui a equipa de GAIA tomou conta do jogo e criou várias jogadas com oportunidade para marcar, até ao 15.º mint. do 2.º tempo surgiu o empate (5 – 5).
Faltavam então 10 mint de jogo e nenhuma das duas equipas queria experimentar a 1.ª derrota neste torneio, o que veio ainda mais intensificar o jogo. Este período decorreu com ainda maior intensidade com claras oportunidades de golo a surgir. Neste período foram anulados dois golos à equipa de GAIA um dos quais muito contestado por toda a equipa.
Surge então o 21.º mint em que GAIA se adiantou definitivamente no marcador chegando ao final da partida com uma muito suada vitória por 6 – 5.
Todos os participantes estiveram de parabéns assim como o público, este sim teve oportunidade de assistir a um excelente jogo.
Casos do jogo:
Jogo que decorreu sem incidentes de maior, apenas de lamentar um erro grave do corpo de arbitragem que aos 17 mint do 2.º tempo não decidiu tal como as leis mandam. O jogador n.º 3 da equipa de GAIA isolado para a baliza rematou para golo mas, momentaneamente, sofreu uma entrada violenta do GR da equipa adversária, (provocando a lesão do jogador tendo necessidade de ser substituído), aqui a equipa de arbitragem não considerou golo e marcou falta advertindo o GR apenas com o cartão amarelo. Nessa altura as equipas encontravam-se empatadas 5 – 5.
De salientar a camaradagem e respeito dos jogadores das duas equipas que todo o jogo tiveram uns com os outros, tirando uma ou outra excepção sem qualquer importância.
Alberto Veiga
segunda-feira, fevereiro 18, 2008
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